terça-feira, 25 de junho de 2019

BOOKTRAILER O DIARIO VIOLETA DE CARLOTA, Tania González Carabel (2º ESO)

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BOOKTRAILER MEMORIA CONTRA O ALZHEIMER, Lara Amado (2º ESO)

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quarta-feira, 19 de junho de 2019

PROGRAMA DE RADIO LITERATURA E MÚSICA

Aquí publicamos o programa de Radio de Ondas Revoltas que realizou o alumnado participante no Club de Literatura e Música organizado polo Departamento de Lingua Galega. Aí van as recomendacións de lecturas musicais e música de Sara Caamaño, Mari Luz Martínez, Ana Nantón, María Paz, Sarai Pose, Sara Rivera, Lucía e Pedro Suárez Fariña e Nuria Vila.

https://www.ivoox.com/s_p2_724834_1.html



Meu pé de laranja lima de Jose Mauro de Vasconcelos, Diego Penedo Alborés, Português, 4º ESO


O livro que eu li conta a história comovente de Zezê, um menino de seis anos nacido no meio duma família muito pobre. Zezê é inteligente, sensível e criativo. Carente do afeto que não encontra do pai e da mãe, mais preocupados em sobreviver, o menino perde-se nas ruas onde só lhe fica inventar travesuras. 
Tendo aprendido demasiado cedo a dor da tristeza, Zezê acaba por usar a sua imaginação para fugir da realidade da vida: toma por confidente um pé de laranja lima a que chama Xururuca ao que revela seus sonhos e desejos e no final Zeze encontra a alegria e a força para vencer as adversidades.
Este foi um livro do que gostei muito porque me pareceu uma história muito bonita.

O pequeno livro das grandes invenções, Álex Urquiza Martínez, Português, 4º ESO


Eu li o livro O pequeno livro das grandes invenções. Este livro conta o progresso que teve a humanidade com grandes invenções na tenologia, terra, redes de telefone, tudo... Tambén nos coloca na situação de que podia acontecer se estas invenções não tiveran lugar.
Não poderia destacar uma invenção em específico, para mim a mais interessante e da que gosto muito é o computador pessoal. O computador mudou a história do quotidiano. É de origem muito antiga para resolver operações. Com o decorrer do tempo foi evolucionando, surgiu para decifrar mensagens de guerra alemãs e começou a ser comercializado.
No início eram muito volumosos e pesados, chegaram a pesar 13 toneladas. A partir de então, a IBM e Apple juntaram muitas empresas lançando todos os anos para o mercado computadores mais rápidos.

Venenos de Deus, remédios do Diabo de Mia Couto, Samuel Vázquez Pérez, Português, 4º ESO



Eu não gostei muito deste livro porque tem muita letra, mas a história não é má.
O livro fala dum médico que vai a um cogresso médico, en Mozambique. Alí conhece uma menina e apaixona-se por ela, e ao ir embora repara em que gosta dela.
Faz tudo o possível para encontrá-la, mas não o consegue. Então, ele ao chegar a casa procura por todo o lugar de Mozambique alguma pessoa que possa ajudá-lo para encontrá-la.
Ele vai a Mozambique e encontra os pais dela, e dizem-lhe ao médico que espere para poder reencontrar-se com ela, mas a menina não aparece e ele desespera-se.
Na minha opinião, o livro deve ter menos letra e mais desenhos.

A doninha e o taxidermista de Séchu Sende, Cristian Regueira, Português, 4º da ESO



O livro pertence a Séchu Sende.
Este livro trata da inauguração de um museu que eles visitarão. Quando eles entram no museu chamado Museu de História Natural, na cave, dentro de uma vitrine de madeira e vidro, eles descobriram a palavra Egagrópila, e mais uma múmia pré-colombiana e centenas, centenas de animais empilhados, cunchas de todo o mundo, todos os minerais do seu país, fósseis....
Vinte e tantos anos despois, entrou com a sua filha mais velha, de 5 anos, num edifício cheio de luz e espaços abertos.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Ynari, a menina das 5 tranças de Ondjaki, Nuria Vila Parga, Português, 4º ESO

Este livro escreveu-o Ondjaki, un autor angolano que nasceu o 5 de Julho de 1977 em Luanda, Angola.
Ondjaki escreveu livros de todos os géneros: romance, juvenil, infantil, livros de contos… Também é coautor dum documentário sobre Luanda, a sua cidade natal.
Este livro pertence ao género de livros de contos e conta a história de uma menina, ela é a Ynari. Ynari conhece um homem pequenito que lhe contou a história de um lugar no que não existe a paz.
Ynari não concorda com que não haja paz no mundo e decide começar uma viagem com as suas cinco tranças mágicas. Ela quer solucionar todas as guerras nos diferentes lugares do mundo e ensina que com amor e vontade tudo pode ser possível.
Toda a história fala das aventuras que lhe ocorren a Ynari e do que vai aprendendo ao longo do seu caminho solucionando problemas com as súas tranças mágicas. Ynari redescobre a palabra “amizade” e comeza a utilizá-la para arranjar o mundo.
Ondjaki não começa a história com o típico “Era uma vez…” mas começa com “E como dizeram os mais-velhos, é assim como aconteceu”.
Todos os seus contos têm uma ensinanza, este em concreto ensina que com felicidade e vontade tudo é possível.

Se eu fosse um livro de José Jorge Letria, Mari Luz Martínez, Português, 4º ESO

O livro que eu li para a avaliação é Se fosse um livro. É um livro escrito por José Jorge, um poeta, jornalista portugués.
O livro foi publicado em 2012. Em cada página começa coa frase “se fosse um livro…”. É uma recompilação de orações e está acompanhado cunhas ilustrações de Andre.
Na minha opinão, este livro é muito bonito porque é um livro no que fala de como sería se ele fosse um livro
Eu acho que se eu própria fosse um livro gostava de ser um romance de aventuras.


A Bela Infanta de Almeida Garret, Vanessa Mariño, Português, 4º ESO




Eu li o libro A Bela Infanta  escrito por Almeida Garret. Almeida Garret foi um escritor nascido no Porto em 1799 e morre em Lisboa em 1854 que despois de desempenha diversos e que passou por todos os géneros literarios e é considerado o primeiro autor do Romanticismo em Portugal. Ele escreveu peças de teatro e poemas. Além disso foi um importante político diplomata e jornalista.

sábado, 15 de junho de 2019

A que sabe o amor? Tania González Carabel, 2º ESO


A QUE SABE O AMOR?
O amor sabe a ti.
Porque o amor es ti
esa sensación de sentir,
como esas lágrimas amargas
saben a doce
o esvarar entre os nosos beizos.

É sentir que as almas
non son invisibles,
senón que as desfrutas
mentres se unen no teu paladar.

A que sabe o amor?
O amor sabe a fresas pola mañá,
e ole a rosas pola tarde.

O amor sabe a sorriso co que te levantas,
a impaciencia no noso corazón,
e finalmente, o sentir o noso corazón later.

E oír as palabras que nos fan suspirar,
para despois deixar o alivio e fervor,
o que nós, lle chamamos amor.

Este ceo vermello, Brais Rellán Cundíns, 2º ESO



Este ceo vermello, é unha bonita paisaxe de costa,
tan bonito, que ata parece que estea feito aposta.
nubes grandes, nubes pequenas
nubes diminutas, nubes espesas.

Vese o centro médico, tamén algo do bosque,
vense as pólas da palmeira, 
vese o coche do gardabosques;
vese escuridade, vese luz externa,

tamén me acordo de que ese día doíame a perna.

Nótase calor, coma se fose a vida,
como se che quere dicir algo,
como se algo che pide.


Quere xogar contigo,
achégate a ela
coma se ela fose o barco,
e ti foses a vela.

Este mar vermello,
é símbolo de esperanza,
eu non quero guerras,
senón unha alianza.

A que sabe o amor? Antía Suárez Souto (2º ESO)


“A que sabe o amor?”
O amor sabe tanto a cariño,
Como a dor;
Día si, e día no
Pode ser bo, ou tamén un horror
Só hai que vivilo
E non crer no desamor
Porque namorado sempre se está
Queiras ou non

A que sabe o amor? Noé Souto Pose (2º ESO)


A QUE SABE O AMOR?
A vacacións sen mar
A callos na pota
A veráns sen sol
A choiva mollada
A zume de limón
A café sen cafeína
A gato sen rato
A laca no pelo
A minutos sen segundos
A estrelas fugaces
A terra ardida
A fin do mundo.





A que sabe a amizade? Inés Eiroa Santos (2º ESO)

A amizade sabe a doce

a amizade sabe a sorriso,

a amizade sabe a alegrías 

e a penas compartidas.

A que sabe a amizade? Jonathan García Méndez (2º ESO)

A que sabe a amizade?

A amizade sabe a verbenas

a diversión

a superstición

A amizade é compañía

relatividade

historias....

A que sabe a amizade? Cristian Barreira Rodríguez (2º ESO)


A que sabe a amizade?

A amizade sabe a amor

A amizade sabe a aventuras

Son tardes de diversión

Noites loucas dos sábados

Noites loucas de churrascadas

A que sabe a amizade? Naím Blanco Rodríguez (2º ESO)

A que sabe a amizade?

a estar tumbado no chan

mirando as nubes nun día de verán

a partidos de fútbol

a noites de festa de San Fins

a chocolate.

A anizade é un bocadillo de xamón.

A que sabe a amizade? Bertín Suárez Negreira (3º ESO)


A que sabe a amizade?

A amizade sabe

a unha tarde cos amigos

pasándoo ben

xogando ao fútbol

correndo

saltando

todo felicidade

A que sabe a amizade? Mario Santos (3º ESO)


A que sabe a amizade?

A amizade sabe a pan

sabe a felicidade

sabe a amigos inseparables

A que sabe a amizade?, Laura Torrado (3º ESO)

A que sabe a amizade?
a dozura de bombón,
ao calor do verán
a ao picante dun pemento.

A sentirse acompañaa
e botar moitas risas
estar sempre cantando
e dicir moitas tonterías.

A que sabe a amizade?, Lucía Moreira (3º ESO)


A amizade sabe a bicos
de amor e esperanza
sabe a flor de primavera
sabe a boa lembranza.

A amizade sabe a rosa
empapada de resío
sabe a cantos de alegría
sabe a longo calafrío.

A que sabe a amizade?, Laura López (3º ESO)


A que sabe a amizade?
A mil e unha tarde xuntos,
compartindo bos momentos,
ríndonos ou de risa partíndonos.

A unha torta enorme
con sabor a chocolate
que co seu sabor recorda
as boas tardes que pasamos.

A que sabe a amizade? Andrea Suárez Souto (3º ESO)

A amizade sabe a doce
sabe a torta con nata
a compañeiros bos
dos que acompañan sempre.

A amizade sabe
coma as verbenas do verán
aos churrascos dos domingos
aos compañeiros queridos
sabe a chocolate...

Eu de maior quero ser de Rosa Aneiros, recensión de Álex Castro (4º ESO)

Esta novela fala da vida de Ainhoa, Cris, Miguel, Fran e María, eles son cinco rapaces que están estudando cada un a súa carreira, pero viven baixo o mesmo teito.

O libro conta a historias que lle xorden aos protagonistas ao longo desta obra. Os catro rapaces que están no derradeiro ano de carreira, non teñen moi claro que van facer cando rematen, Ainhoa tiña pensado facer oposición no País Vasco, Fran decidirá tocar música na rúa, María ten pensando traballar nun comercio de lencería, mentres que Cris simplemente quere evitar vivir cos país.

Cando lles chega a hora da despedida, sintense moi mal pero ao final case nunca se volven ver.

Recomendações de leituras em português de Sergio Villar Blanco, Portuguès, 4º ESO

Eu li dois livros a falta de um! O primeiro que li foi “A crise explicada às crianças para miudos de esquerdas e de dereitas”. Este conta como as pessoas de direitas e de esquerdas olham a economia e a forma de vida. É um livro muito bom que recomendaria ler.

 

O outro livro é a banda desenhada A criada malcriada sem autor, sim, sem autor, já que este foi surgindo no Facebook e posteriormente, fez-se o livro. É uma crítica social e humorística da burguesia e das pessoas adinheiradas. Tambén é um livro muito bom e que obriga a pensar para o podermos compreender.

Rei de António Jorge Gonçalves e Rui Zink, recomendação de Alex Castro, Português, 4º ESO


O livro que vou apresentar chama-se, Rei. Este é um livro escrito por António Jorge Gonçalves e desenhado por Rui Zink. O livro conta a história dum menino chamado Nuno, os pais dele zangaram-se com o seu filho, assim que o mandaram fora da casa. Entõ ele ligou a muitos familiares para saber quem o podia acolher na sua morada. Na manhã desse dia, uma familiar ligou para o Nuno e contou-lhe que podia viajar ao Japão, onde ela morava.
 
O Nuno mercou um bilhete de avião e foi embora para o Japão. Quando chegou lá, ele achou tudo muito esquisito, ali as pessoas eram diferentes, comportavam-se doutra maneira, mas o Nuno tinha medo de falar com a gente. Decidiu então voltar a casa e pediu desculpas aos pais.

O livro inclinado de Peter Newel, recomendação de Iker Castiñeira Lema, Português, 4º ESO

Eu li O livro inclinado, é um livro muito divertido e escreveu-o Peter Newel.
O livro trata a história de Bobby que estava a subir uma encosta quando de repente o seu carrinho de fugiu encosta abaixo. Bobby encontrou-se com muita gente, um polícia, um cão, uma vaca, etc. Mas o carrinho travou numa pedra e Bobby acabou num monte de feno.
Eu gostei muito do livro; é muito entretido, a capa estava inclinada representando a encosta pela que fugiu.
Eu achei que o portugués é uma materia muito interesante. As aulas eram muito ligeiras e entretidas, eu gostei muito dos documentários porque aprendiamos a língua e além disso eram muito interessantes. Uma das coisas das que mais gostei foi ler os livros porque me lembrou a quando eramos crianças de primária.

A menina que queria salvar os livros de Klaus Hagerup, Nuria Varela Rioboo, Portugués, 4º ESO

A menina que queria salvar os livros é um livro infantil mas pode-o ler qualquer pessoa.
Trata de uma menina, como bem diz o título do livro, chamada Anna. Ela gostava muito de ler e a sua melhor amiga era a bibliotecária chamada Montse.
Um dia Montse conta-lhe a Anna que os livros que ninguém lia eram destruídos. A Anna pareceu-lhe terrível e começou a levar todos os dias muitos livros.
Um dia Anna pede-lhe a Montse um livro diferente e ela empresta-lho e Anna começa a ler o livro, mas quando chega ao final descobre que não tem.
O livro torna-se muito famoso e Anna queria saber qual era o final, mas quando soube de quem era o escritor soube que não todos os livros têm um final.
A menina que queria salvar os livros é um livro interessante e divertido; ainda que seja para meninos é um livro formoso.





quarta-feira, 5 de junho de 2019

Diario de Saúdos, Antía Suárez Souto (2º ESO)

20 de maio de 2019
Hoxe ía eu pola escola e saudando os meus amigos, non todos me saudaban pero case a maioría. Non sei se é falta de educación ou vergoña, pero diso vou escribir durante esta semana, xa que tamén marcho venres a Madrid co colexio e poderei explorar as miñas dúbidas dentro e fóra da escola.
Polo comezo de hoxe, a cousa non pinta moi ben pero veremos ao longo deste tempo. Non sei se sairá ben de todo, pero eu intentareino.
Con cariño
Antía (A.S.S)
21 de maio de 2019
Os maiores sempre son os que non saúdan por non perder a fama, como cren que o resto somos menos que eles pois din: <<Por que o imos facer?>>. Iso non é así, como alguén saúda a outra persoa, esa persoa por moi maior que sexa, tamén pode saudar porque é unha marca de educación que non debe fallar.
Que enfado me provoca iso, che! Un saúdo
Antía( A.S.S)
22 de maio de 2019
Por que o rapaz que che gusta, nunca te saúda? Que se quere, facer o difícil? Que os seus amigos se rían del? Pois non, porque que non te saúden e ti a el si molesta máis que creo que lle molestan os vaciles a el. Aínda que el non sinta nada, tamén é unha persoa coma outra e pode facer o mesmo que os demais: saudar e poñer boa cara. Con ese simple xesto, quedas como Deus e, aínda que non queiras, a outra persoa deixala moi feliz.
Oxalá aprendan, che! Nunca vén nin virá mal.
Un bico
Antía (A.S.S)
23 de maio de 2019
Ir por unha tenda como por exemplo “ O Corte Inglés”, que te vexan as dependentas polos corredores e que te miren mal, pero que lle leves roupa para comprar e te saúden e que che poña boa cara... sen vergoña, iso é o que son. Se es amable cando che van comprar tamén o es para saudar cando pasas ao carón da persoa. Outro signo de que a educación haina cando a un lle apetece. Iso que lle pagan, eh! Non o chegan a facer e fulminante coa mirada.
Antía (A.S.S)
24 de maio de 2019
Marchar para Madrid e que os teus amigos non se acorden de ti para despedirse, que lle digas un “chao” sabendo que non vos ides volver ver ata dentro de 3 días e que eles fagan como si nada; como se non nos coñeceramos de nunca, vamos! Dá rabia, e que despois por encima che veñan falando pólo móbil ou dicindo que te botan de menos e ti quedas como, estarás de coña non? Marcho un finde, nin te esmeras en despedirte e pretendes que te crea que me botas de menos? Veña, adeus, a vacilar a outra persoa.
Antía (A.S.S)
25 de maio de 2019
En Madrid todos son moito máis educados que aló onde vivimos; se saúdas a xente, eles devólvenche o saúdo tamén como boas persoas que son, ben , a maioría. A outros dáselle por mirarte mal, pero non e o caso disto. Se todos foran así, o mundo iría a mellor, iso asegurado. A Warner é un sitio perfecto para este esperimento, e como xa dixen, todos te saúdan con boa cara.
Antía (A.S.S)
26 de maio de 2019
Volvendo de Madrid, en Astorga había uns turistas coma nós moi bos que nos falaron e saudaron e falaron un anaco con nós de boa gana, sendo moi amables e coa cariña de felicidade gravada sen ningún problema. Non sei se é porque estou acostumada a xente de aquí ou é que todos os de fóra me parecen moi amables, un misterio sen resolver que me quedará gravado na memoria.
Unha viaxe incrible que nunca olvidarei, porque os meus amigos axudáronme a pasalo xenial.
Antía ( A.S.S)

terça-feira, 4 de junho de 2019

A banda sen futuro de Marilar Aleixandre, Nerea Torrado Lema (2º ESO)


Esta novela está protagonizada por Carlota, unha rapaza de dezaseis anos que vai contando a través do seu diario as súas experiencias e emocións longo de dous meses.  Coñecemos o seu malestar ó se ter que afacer a unha cidade nova e ó comezo do curso escolar nun instituto novo. Ademais Carlota le unha noticia no xornal mala: a morte de Poch, o cantante de grupos como Derribos Arias A banda sen futuro, ó que Carlota admiraba. Recorta a foto do xornal e suxéitaa con chatolas no taboleiro do seu cuarto e dende ese momento o cantante convértese no confidente dos seus pensamentos máis íntimos e das súas preocupacións e tamén no seu interlocutor. O malestar de Carlota é o seu aspecto físico, xa que por culpa dun eccema tivo que rapar o cabelo e ten que se enfrontar ós seus novos compañeiros cun pano na cabeza. Culpa ós seus pais por obrigala a asistir ás clases e teme enfrontarse ás olladas e ás preguntas indiscretas. Nestes primeiros días Carlota pásao moi mal, sobre todo nos recreos, e non se relaciona con ninguén. Sente un furado na súa alma polo que entra en desacougo, medo ós demais e terror ós espellos. Ata que un día na clase de inglés un dos seus compañeiros, Miguel, deféndea dun insulto doutro rapaz e a partir de entón fíxase nel e comeza a sentir algo especial aínda que non queira recoñecelo, xa que considera que ningún rapaz se vai fixar nela mentres estea pelada. Ó longo dos días Carlota vaise integrando cos seus compañeiros, xa que todos deben unirse para solucionar un problema coa profesora de debuxo por mor dun exame e para preparar unha obra de teatro para a clase de lingua española na que Carlota consegue ter un papel. A preparación do papel ocasiona que Carlota se mergulle en si mesma e mesmo consegue achegarse máis a Miguel.  Carlota séntese namorada aínda que tamén comeza a coñecer a Moncho, descubrindo que comparten algunhas afeccións e que poden falar de temas como o do futuro. Axiña descobre que a súa única amiga, Paulina, está a saír con Miguel e daquela séntese morrer. Pero o apoio de Moncho e a noticia de que a súa avoa está moi enferma fan que cambie de actitude, decatándose de que o do seu cabelo é das cousas que o tempo arranxa mentres que co da avoa o tempo traballa en contra e debe aproveitar os momentos que lle quedan con ela. Finalmente Moncho declárase e todo muda de súpeto para Carlota: ten a Moncho, comeza a ter amigos e por fin acabou o seu pesadelo, as análises están ben e xa pode deixar medrar o cabelo.
A min este libro gustoume porque e moi entretenido e ensina cousas da vida que fai falta saber.